Planeja PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nos Institutos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

dc.citation.journaltitleDocumentos IAC
dc.creatorANEFALOS, L. C.
dc.creatorBALDASSIN JUNIOR, R.
dc.creator CARDOSO. M. V.
dc.creatorCHIBA, M. K.
dc.creatorCIA, P.
dc.creatorMACHADO, M. A.
dc.creatorSATO, M. E.
dc.date.accessioned2026-05-18T14:06:20Z
dc.date.issued2020
dc.description.resumoÉ cada vez mais evidente a importância da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro. Afinal, se ele adquiriu o atual status, tornando o Brasil um dos principais fornecedores de alimentos para o mundo, tem sido graças à incorporação crescente dos resultados da pesquisa científica e tecnológica em todas as suas cadeias de produção. Esse é um processo dinâmico, cujos desafios crescem à medida que aumenta a demanda por alimentos e a imperiosa necessidade de sustentabilidade nas atividades do agro. Empresas públicas e privadas, universidades e institutos de pesquisa têm contribuído ao longo dos anos para alcançarmos o atual quadro da agricultura brasileira. A grande maioria delas surgiu sob égide do estado, como grande promotor do desenvolvimento do País. Se elas ainda existem até hoje, é porque cumpriram a contento suas missões. No entanto, as transformações atuais também têm impactado essas instituições, exigindo profundas transformações dos modelos de geração de conhecimento e transferência de tecnologia praticados até então. Não basta gerar conhecimentos, soluções e tecnologias promissoras se não forem efetivamente transferidas. A biotecnologia, ao possibilitar mecanismos claros de proteção de propriedade intelectual às empresas de insumos e sementes, favoreceu a expansão significativa de produção de commodities, colocando o Brasil na posição de destaque na produção de alimentos. No entanto, agricultura não é só commodities, nem só escala de produção. Existe muito espaço já ocupado pelo setor público e que não será ocupado por empresas, particularmente as de biotecnologia com insumos. Portanto, existem milhares de produtores que continuarão dependendo e a ser atendidos pelas tecnologias geradas pelo setor de pesquisa e desenvolvimento ligado ao estado. São essas as oportunidades de inserção no setor do agro que podem promover a renovação e a sustentabilidade do setor de PD&I nas instituições públicas. Desta forma, urge identificá-las e priorizá-las. Urge também desenvolver mecanismos que permitam o planejamento, gestão e a governança das atividades de PD&I no âmbito das instituições da SAA, em prol do desenvolvimento do Agronegócio Paulista, incorporando, dentre outros, elementos como integração institucional, metas e avaliações de efetividade e impacto. Diante da complexidade das ações envolvidas para a construção desse novo ambiente de PD&I, associada à ampla atuação dos institutos ao longo dos elos das cadeias de produção e do ineditismo desse trabalho, a primeira edição do Planeja PD&I teve como foco inicial o diagnóstico e o planejamento. Suas conclusões refletem um corte temporal (2015 a 2018) dos resultados alcança dos pelos institutos de pesquisa vinculados à APTA. Seus resultados também não são definitivos, não só por ter sido um primeiro levantamento de informações e interações entre os participantes, como também por focalizar as cadeias verticais da produção, na expectativa de incorporar as áreas temáticas associadas à transversalidade das atividades de PD&I nessas cadeias. As atividades de PD&I dos institutos estão focadas em cadeias de produção do agronegócio e em áreas temáticas, o que as tornam atividades multidisciplinares. As cadeias de produção foram consideradas áreas verticais e com foco no desenvolvimento de produtos. Por sua vez, as áreas temáticas, ou horizontais, atuam ofertando soluções, tecnologias e serviços complementares ao desenvolvimento dos produtos e das cadeias de produção. Os workshops, envolvendo pesquisadores e demais atores das cadeias produtivas e áreas temáticas, foram realizados para consolidar resultados, panoramas, diagnóstico e prospecção de áreas para atuação. Com esse modelo, a expectativa de ampla participação dos pesquisadores da APTA foi alçada. Deve ser destacado que os workshops não abordaram nichos de mercado para culturas emergentes, independentemente de tamanhos dessas culturas no sistema de produção. Cadeias emergentes não foram consideradas nesta primeira fase, mas não poderão ser negligenciadas.
dc.format.extent318p.
dc.format.issue116
dc.identifier.citationANEFALOS, L. C.; BALDASSIN JUNIOR, R.; CARDOSO. M. V.; CHIBA, M. K.; CIA, P.; MACHADO, M. A.; SATO, M. E.. (2020). Planeja PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nos Institutos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Campinas/SP. Instituto Agronômico. 318p.
dc.identifier.issn0102-4477
dc.identifier.urihttps://repositorio.iac.sp.gov.br/handle/iac/458
dc.languagept_BR
dc.publisherInstituto Agronômico
dc.publisher.cityCampinas/SP
dc.rightsAcesso aberto
dc.titlePlaneja PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nos Institutos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

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